“Mídia Social é ciência Social e não apenas tecnologia”

Em recente artigo escrito por Brian Sollis “Mídia Social é sobre ciência social e não tecnologia.” o autor contemporâneo descreve sua opinião sobre o mercado de Social media onde fala sobre como se comportam as empresas em relação ao que pensam, falam e agem seus consumidores sociais.

Segundo Brian diz: A ciência social é o estudo da sociedade e comportamentos humanos. “Veja, a sociologia é apenas uma parte da equação. Devemos pensar num guarda-chuva sobre as mídias sociais e, seu comportamento móvel, (…) tudo está relacionado à psicologia, antropologia, comunicação, economia, geografia humana, pois afinal, tudo se resume a pessoas.”
Infelizmente as novas mídias tendem a colocar a tecnologia à frente das pessoas.

Pense por um momento em as suas atuais estratégias para mídias sociais, móveis e web, e então responda:
O que você está tentando alcançar?
Sabe o que os clientes ou as partes interessadas esperam ou os desafios que enfrentam?
Está familiarizado com a forma como eles se conectam e se comunicam? Por quê?
Entende o processo que os levam a tomar suas decisões?

“Nada nos impede de abraçarmos as novas tecnologias sociais e móveis para alcançar a nova geração de consumidores conectados…”.

Em um estudo realizado em 2011, com gerentes de marca e comerciantes foi perguntado se eles tinham uma imagem clara de quem é o seu consumidor Social.

As organizações responderam que não tinham perguntado aos consumidores sociais o que esperaravam do engajamento da empresa. Isso é intrigante uma vez que 77% das organizações disseram saber o que querem seus consumidores sociais, porém desse total, 53% não tinham sequer feito essa pergunta aos consumidores sobre o assunto.

Isso quer dizer que as empresas realmente não sabem agregar valor nas redes sociais e mobile. Por outro lado, 35% das empresas disseram ter perguntado aos seus consumidores sobre as suas expectativas. Essas organizações provavelmente superam as organizações que não pediram.

Não há nenhuma boa razão ou explicação que explique por que as organizações não estão envolvidas ou aprendendo com os clientes.

O gráfico ao lado diz tudo sobre como as empresas vêem valor nos relacionamentos com os clientes. Isso precisa mudar!

O grande mito das mídias sociais é que permite à sua empresa a construir relacionamentos com os clientes. Talvez parte do problema é que a definição de relacionamentos nesta economia social seja muito simplificado.

Algumas conclusões a que se chegou com a pesquisa foram:

1 – Os relacionamentos não derivam da tecnologia. Na melhor das hipóteses, a definição das relações quando a tecnologia está no centro vem do modo como dois ou mais conceitos, objetos ou pessoas estão conectadas, ou do seu estado de conexão.

2 – Ter amigos, fãs e seguidores – Não quer dizer que haja valor nisso. Relacionamentos não são estáticos mas a cada dia obedecem a uma dinâmica diferente.

3 – O funil de vendas do passado agora é multidimensional. Consumidores conectados compartilham da mesma opinião sobre determinados assuntos de interesse comum. Deste modo se pode avaliar a sua ligação e experiências compartilhadas com as pessoas em quem confiam e, do que esperam das empresas. Como consequência disso, durante o seu processo decisório, consumidores não seguem uma abordagem linear através do “seu interesse e intenção” do clássico funil de vendas, mas em vez disso, eles seguem um padrão de comportamento onde seus próximos passos serão inspirados pelas idéias dos outros, e suas experiências vão realimentar o ciclo novamente.

Para que se tenha uma visão mais sofisticada do cliente é necessário ir além de uma visão estática dos relacionamentos. É hora de se informar emocionalmente sobre os clientes. Fazendo isso irá abrir as portas para novos pontos de contato entre os clientes emergentes e aqueles existentes. Então, e só então poderemos redefinir a maneira pela qual duas ou mais pessoas ou organizações se relacionam on-line.

“Se a ignorância é a felicidade, a consciência é esclarecedora (…) e por isso que é fundamental que as empresas desviem os recursos de monitoramento de mídia social e façam um movimento concertado na inteligência.”

Este movimento de “escutar” ajudará as empresas a entender melhor quem são os consumidores que estão tentando alcançar, e quais valores os inspiram e tudo mais.

De estratégias de marketing à modelos de serviço e novos processos, a inteligência se torna a chave para o envolvimento significativo e em última análise aumentará a relevância e a consciência.

Fonte: Briansolis

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